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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

ÁGUA VIVA OU MEDUSA



A água-viva é provavelmente uma das criaturas mais estranhas e misteriosas que você poderá encontrar. Com seu corpo gelatinoso e seus tentáculos bamboleantes, ela se parece mais com algo de um filme de terror do que com um animal de verdade. Mas se conseguir deixar a estranheza de lado, e o fato de que se você chegar muito perto de uma água-viva resultará em uma ardência terrível, irá descobrir que ela é muito fascinante. A água-viva existe há mais de 650 milhões de anos e é representada por milhares de espécies diferentes, sendo que novas espécies são descobertas a todo o momento. Quase transparente e de consistência gelatinosa, a água-viva parece à primeira vista, um animal inofensivo. Em contato com a pele humana, porém, provoca desde queimaduras leves até graves irritações que em casos extremos, podem matar uma pessoa. Felizmente, na costa brasileira não se encontram espécies que podem levar à morte, como ocorre na Austrália, onde foram registrados inúmeros casos fatais nos últimos anos. Frequentemente em todo o litoral brasileiro, a água-viva ou medusa pertence ao grupo dos cnidários. A água-viva faz parte do filo dos Cnidários, (da palavra grega "urtiga que queima") e da classe dos Cifozoários (da palavra grega "xícara ou taça", referindo-se ao formato do corpo da água-viva).


Características


As águas-vivas são animais marinhos, que variam de tamanho, podendo medir de menos de 2,5 cm a cerca de 2m, com tentáculos chegando até a 30,5 m de comprimento. O corpo da água-viva geralmente é composto de seis partes básicas: · a epiderme, que protege os órgãos internos; · a gastroderme, que é a camada interna; · a mesogléia, ou parte gelatinosa intermediária, entre a epiderme e a gastroderme; · a cavidade gastrovascular, que funciona como um conjunto do esôfago, estômago e intestino, tudo em um só; · um orifício que funciona como boca e ânus; · tentáculos que formam a extremidade do corpo. Embora muitas sejam planctônicas, ou seja, sua locomoção depende da mercê das correntes ou é tão limitada que não podem vencê-las, algumas água-vivas conseguem nadar lançando um jato de água. Todas as espécies dos cnidários têm uma boca no centro do corpo, e envolvida por tentáculos. Outros cnidários, parentes da água-viva incluem corais, anêmonas do mar e a caravela-portuguesa. A água-viva é composta por cerca de 98% de água. Se ela encalhar na praia, praticamente irá desaparecer à medida que a água evaporar. A maioria é transparente e tem o formato de um sino. Seu corpo tem simetria radial, o que significa que os membros se estendem de um ponto central como os raios de uma roda. Se você cortar uma água-viva pela metade em qualquer ponto, sempre terá partes iguais. Ela tem um corpo muito simples: não possui ossos, cérebro nem coração. Para ver a luz, detectar odores e se orientar, a água-viva tem nervos sensoriais rudimentares na base de seus tentáculos.



Espécies


São conhecidas mais de 200 espécies de águas-vivas, cada uma com suas peculiaridades. Existem tipos de tamanhos variados e nem todos representam risco ao homem. Das espécies de Água-Viva que têm ação tóxica e que habitam a costa nacional, as mais importantes são a Chiropsalmus quadrumanus(de pequeno porte e encontrada no litoral nordeste) e Tamoya haplonema (animais maiores, normalmente encontrados em mar-aberto). Medusas medem de poucos centímetros até mais de 2 metros de diâmetro. Depende da espécie. Em algumas espécies os tentáculos chegam a 30 metros de comprimento. É neles que ficam os minúsculos arpões venenosos, que provocam as queimaduras. Em algumas espécies mais evoluídas, este veneno mata até mais de que os temidos tubarões. Mas ele não afeta a tartaruga marinha. É que sua carapaça é formada por queratina, que neutraliza o veneno.


Algumas águas-vivas são pequenas (dois centímetros), outras são grandes (dois metros).– Algumas dependem das correntes marítimas para se mover, outras já sabem nadar.– Algumas são pouco tóxicas, outras são muito tóxicas. A maioria não possui o órgão da visão, mas algumas possuem vários olhos ao longo do corpo. De perto esses olhos lembram os nossos. Possuem até retina, apesar de ainda serem rudimentares


Alimentação - Algumas se alimentam de plânctons, outras de peixes e crustáceos. Alimentação Saiba: o tipo mais comum de água-viva Aurélia e tem no máximo a 25 centímetros de diâmetro. Tamanho não é nada: a Aurélia abate até dez filhotes de salmão por hora. Os celenterados são animais carnívoros, e se alimentam de pequenos crustáceos, de larvas de insetos, de moluscos e de pequenos peixes. Por ação dos cnidoblastos, o celenterado paralisa a sua presa, que é recolhida pelos tentáculos até a boca. Depois de sofrer digestão extracelular e intracelular, o alimento é distribuído por difusão para todas as outras células do corpo




Reprodução
Uma água-viva adulta é uma medusa, que recebeu este nome por causa de Medusa, a criatura mitológica com cobras no lugar do cabelo, que poderia transformar os seres humanos em pedra com um simples olhar. Depois que o macho libera seu esperma na água por seu orifício, o esperma nada até o orifício da fêmea e fertiliza os óvulos. A fêmea simplesmente libera óvulos no mar, que são fertilizados pelo macho. Algumas espécies adotam o embrião, como numa gravidez , até que o ovo se transforme em larva. Uma medusa leva até 2 anos para chegar à fase adulta. A maioria dos celenterados apresenta reprodução sexuada e assexuada, sendo grande o número de espécies que apresenta alternância de gerações (metagênese). Nesse caso, a forma polipóide produz assexuadamente pequenas medusas que, após um período de desenvolvimento, produzem gametas de cuja fusão resulta o zigoto. Várias dezenas de larvas de água-viva podem ser concebidas de uma só vez. Finalmente, elas flutuam nas correntes e procuram uma superfície sólida para se fixarem, como uma rocha. Ao se fixarem, elas se tornam pólipos, cilindros ocos com uma boca e tentáculos na parte superior. Posteriormente, os pólipos se desenvolvem em uma água-viva jovem, chamada éfira. Depois de algumas semanas, a água-viva se desprende e se desenvolve, tornando-se uma medusa adulta. Uma medusa vive cerca de três a seis meses.


Habitat
As medusas, popularmente conhecidas como "água-viva" ou "mãe-d'água", vivem nos mares e oceanos de todo o mundo, de regiões polares a tropicais e de águas rasas até muito profundas. Elas pertencem ao plâncton marinho, embora haja também espécies de água doce. As medusas são animais cnidários (grupo das anêmonas-do-mar, corais pétreos, corais-de-fogo e gorgônias) e, em muitos casos, têm no ciclo de vida um estágio fixo, conhecido como pólipo, organismo geralmente pequeno que lembra uma anêmona-do-mar. Por serem carnívoros e surgirem em quantidade, podem provocar um razoável impacto sobre os demais animais, pois atacam ovos e larvas de várias espécies de peixes, inclusive algumas de interesse comercial. O curioso é que elas servem como alimento para certas tartarugas marinhas. Na costa brasileira, felizmente, não há nenhuma espécie capaz de matar um homem ou causar alguma lesão grave, o que é comum em algumas regiões da Austrália. No Oriente, algumas delas são tidas como deliciosas iguaria
.


Em caso de contato com uma água Viva ou Medusa


Estes animais possuem célulaA Água-Viva ou Medusa são animais que possuem uma célula especial modificada, o cnidoblasto, capaz de liberar um líquido urticante responsável pela irritação na pele humana. No Brasil, as espécies que possuem ação tóxica sobre o homem são a Chiropsalmus quadrumanus (de pequeno porte e encontrada no litoral nordeste) e Tamoya haplonema (animais maiores, normalmente encontrados em mar-aberto).Se a queimadura acontecer, nunca lave o local com água doce, pois isso ativa as substâncias venenosas. Use água do mar ou soro fisiológico. Aplicar compressas de vinagre ajuda a reduzir a dor. Depois, com pele ainda molhada, jogue um pouco de areia seca, talco, creme de barbear ou farinha de trigo. Deixe por alguns minutos. Retire devagar a camada sobre a queimadura e procure orientação médica. 1. Inicialmente lavar a região afetada com a própria água do mar (não usar água doce)2. Não se deve friccionar a área afetada, pois pode estourar os cistos remanescentes e agravar os sintomas.3. Se a região for tocada com as mãos, evitar contato com a face.4. Retirar os restos do animal que porventura ainda estejam grudados na pele (a retirada deve ser feita com pinças ou luvas). Você sabia que nossas amigas estão entre os mais antigos habitantes da Terra? Seus ancestrais surgiram há uns 700 milhões de anos! Até hoje, descobriram-se mais de nove mil espécies de medusas. Tem até uma luminescente! Verão é seu tempo de reprodução de. Por isso elas aparecem mais nas praias. Cuidado: a queimadura de água-viva pode ser fatal. Uma das medusas mais comuns é a medusa de lua (Aurelia aurita), que se encontra em quase todos os Oceanos do mundo.
A água-viva é provavelmente uma das criaturas mais estranhas e misteriosas que você poderá encontrar. Com seu corpo gelatinoso e seus tentáculos bamboleantes, ela se parece mais com algo de um filme de terror do que com um animal de verdade. Mas se conseguir deixar a estranheza de lado, e o fato de que se você chegar muito perto de uma água-viva resultará em uma ardência terrível, irá descobrir que ela é muito fascinante.

SIRI





Os siris são crustáceos braquiúros da família dos portunídeso. Tais crustáceos se diferenciam dos caranguejos por possuírem o último par de pernas em forma de remo. Os siris também possuem uma carapaça mais larga que a dos caranguejos, com espinhos terminais. Suas carapaças são formadas de carbonato de cálcio (CaCO3). Siri - Nome comum dado a várias espécies de crustáceos Decapódes Braquiuros.

família
família dos Portunídeos

Características

Em linhas gerais tem o corpo achatado, a cabeça e o tórax fundem-se numa só peça. Apesar de possuir 10 pés, usa apenas quatro pares para locomoção e corre de lado. O par restante, ou melhor, o primeiro par, forma as chamadas “pinças” com as quais o animal se defende e prende os alimentos para levá-los à boca. Entretanto, os siris são nadadores ágeis, devido principalmente ao último par de patas transformado em uma espécie de remo de barco, largo e achatado. A respeito do crescimento dos siris, ele é devido à rigidez da carapaça, é periódico, isto é, não se verifica crescimento algum, enquanto persistir a dureza do invólucro calcário. Havendo porém a ecdise (mudança de pele), o crescimento é abrupto, aumentando o animal um a dois centímetros cada vez. Isto pode explicar-se pelo fato de ser contínuo o crescimento propriamente dito do corpo interno. Devido à carapaça, o corpo tem de ficar encolhido. No momento da ecdise há um desmembramento rápido das diversas zonas corporais. A ecdise realiza-se cada ano, ou duas vezes por ano, quando existir fartura de alimentos. Os animais velhos, entretanto, já não mudam de carcaça cada ano.

Espécies

No Brasil conhecem-se aproximadamente 14 espécies de siris. Embora a maioria viva no mar, há os que habitam as embocaduras dos rios ou mesmo pantanais e mangues. Entre as principais espécies de siris, convém destacar as principais:



Siri azul - O siri-azul (Callinectes sapidus), ou simplesmente siri, é um pequeno crústaceo decápodo encontrado nas águas costeiras do Oceano Atlântico e Golfo do México. Em seu nome científico, calli é grego para "bonito", nectes para "nadador", e sapidus é latim para "saboroso". Dr. Mary Rathbun descreveu primeiramente o caranguejo-azul em 1896. Os predadores naturais do siri-azul incluem enguias, trutas e alguns tubarões. O siri azul é onívoro e consome tipicamente bivalves, anelídeos, peixes e quase todo o outro artigo que puderem encontrar, incluindo cadáveres. A Baía de Chesapeake, que banha os estados de Maryland e Virginia, nos Estados Unidos da América, é famosa por seus siris-azuis, e eles são um dos artigos econômicos dos mais importantes colhidos dela. Em 1993 a colheita combinada do siri-azul alcançou o valor de 100 milhões de dólares US, mas este número desceu para 45 milhões no ano 2000

Siri-da-areia (Arenus cribarius). Tem a carapaça de cor vermelha, com pingos brancos redondos. Recebe também o nome de siri-chita, ou siri-chinga.

Siri-açu (Callinects exasoeratus), é o maior de todos. Recebe também o nome de siri-do-mangue.



Siri-Candeia (Acheolus spinimanus). De cor avermelhada e com pinças maiores que todos os demais. Também chamado de Candeia.




Siri-Goiá (Cronius Ruber). Assemelha-se ao caranguejo chamado Guiá.

Siri-Mirim (Callinectes Danai). É o menor de todos, de cor castanha escuro com manchas amarelas

siri-bidu ( Charybdis helleri)

Alimentação


Alimentação O siri se alimenta de peixes mortos. Alimentam-se de carne, sobretudo estragada, e por isso é chamado de urubu-do-mar. Por outro lado, servem de alimentação para o homem.

DISTRIBUIÇÃO

As espécies dessa família ocorrem em todo o mundo em ambientes marinhos e em estuários (zona de transição entre o mar e rios). A salinidade é um fator importante na distribuição desses organismos no ambiente.


Reprodução

A massa de ovos contém aproximadamente 0,8 a 1,5 milhões de ovos.
Incubação
Os ovos se aderem externamente ao corpo abaixo do abdome. A fêmea pode carregar aproximadamente 2.000.000 de ovos. O período de incubação pode ser de 16 a 17 dias ou de 10 a 15 dias a 25 - 28 º C.


Larvas

Após um mínimo de 18 dias, o siri muda do final de estágio de zoea para megalopa. Em 7 a 8 dias, este chega ao primeiro estágio de siri em água de salinidade de 21 a 27 ‰. A duração do período larval é de 20 a 24 dias


Na areia da praia, é comum ter pequenos buracos, e, de repente, lá está ele!Basta uma tentativa mínima de aproximação para que saia correndo em direção ao mar ou se enfie novamente na toca.Esse bichinho arisco é o siri.Ele também pode ser visto onde há encontro de água doce com água salgada, ou seja, em locais que apresentam concentração de sal (salinidade) mais baixa.O siri é parente da lagosta e do camarão, todos são crustáceos. A eles unem-se os insetos: gafanhotos, aranhas, centopéias, entre outros. Juntos, formam o grupo dos artrópodes.Dentre os crustáceos, alguns nadam, outros andam no fundo do mar ou vivem presos nele.O siri anda. E por sinal, de forma curiosa: de lado.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

CIRURGIÕES - FAMÍLIA ACANTHURIDAE

Nome Científico: Acanthurus monroviae
a família Acanthuridae consiste de seis ou nove gêneros, embora os índices mais modernos falam de seis gêneros são divididos em duas subfamílias e três tribos, a saber, a subfamília Nasinae, composto apenas por sexo Naso, e Acanthuridae subfamília, que inclui outros gêneros em três tribos.


Características



A família dos Cirurgiões ou acanturídeos (Acanthuridae) encontra-se representada por pelo menos 72 espécies facilmente reconhecidas pelas lâminas (ou bisturis) que possuem na base da barbatana caudal. Nadadeira caudal em forma de meia lua. Perfil dorsal da cabeça curvado delicadamente. A boca terminal pequena com uma única fileira de dentes. Os olhos pequenos situados na elevação na cabeça. Corpo e cabeça cobertos com pequenas escamas ctenóides. Um único espinho no pedúnculo caudal. Em algumas espécies, estas minas projectam-se para fora quando necessário (no caso de disputas territoriais e para defesa) como se de facas de ponta e mola se tratassem; enquanto noutras espécies, as ditas lâminas são fixas. Outra característica distintiva é o formato do corpo que evidencia um perfil elevado, de forma oval e achatada. As escamas terminam geralmente numa pequena protuberância, dando uma sensação áspera ao toque. O tamanho desses peixes varia muito dependendo da espécie, a partir de alguns centímetros a mais de um metro, no caso annulatus do Naso. Na maioria das espécies a diferença sexual para além da época de zelo são limitadas a dimensão, tendo casos em que o masculino é maior e vice-versa. Somente no gênero Naso, existem diferenças morfológicas entre os sexos.


Habitat
Todas as espécies da família Acanthuridae vêm de mares tropicais ou subtropicais do Indo região, mas são cinco espécies do Atlântico. Não existe um cirurgião peixe nativo da bacia mediterrânica, mas ocasionalmente pode ser acessado através do canal do Suez desde o Mar Vermelho. Habitam o exterior recife na fase adulta, mas no palco larvas planctônicas são pelágicas e águas profundas. As espécies que compõem esta família encontram-se em todos os mares tropicais, principalmente em zonas de recife, se bem que algumas prefiram nadar em mar aberto. Em termos gerais, os cirurgiões são peixes exigentes no que respeita à qualidade da água em comparação com muitas outras famílias de peixes marinhos tropicais.

Comportamento

Os peixes são diurnos, e elas procuram refúgio entre os corais durante a noite. Eles apresentam uma variedade de sistemas sociais em diferentes momentos. Então você pode encontrar monogâmica casais, pequenos grupos de adultos, harems ou grandes grupos de alimentação ou reprodução. Os machos são muito agressivos peixes com membros da mesma espécie, na defesa do território ou harém. Librea do sexo masculino é a metade de comunicação intraespecífica, em concorrência com outros homens na idade de zelo, tornando-se uma cor mais intensa. O librea, em ambos os sexos, que também reflecte o estado de espírito dos peixes, porque quando o seu "humor" é boa, a coloração é clara e brilhante, enquanto que, em caso de estresse torna-se coloração mais escura e bandas em muitos casos.


Alimento
A maioria são vegetarianos, com excepção do género Naso cujos membros foram alimentados com plâncton. É comum ver-los rush em grandes grupos sobre o recife, de modo que os animais bentónicos que têm no seu território o local onde se encontram a sua alimentação é impossível de defender. Além da posição em que se encontram os ossos do pedúnculo caudal, o "bisturi" lhes permite alimentar-se e defender o fundo, ao mesmo tempo. Tanto a boca e tubo digestivo são adequados acantúridos de sua dieta. Eles têm uma pequena boca com uma fileira de dentes incisivos que lhes permite tirar raspando algas, e do aparelho digestivo é longo, tal como convém a um herbívoro, e em algumas espécies tem um espesso muro como uma adaptação para as peças de coral e areia durante ingerir sua alimentação, enquanto que em espécies em que a menor ingestão nas paredes intestinais são mais magros. Esses hábitos alimentares também determinar seu papel no recife, cumprindo a missão de limpeza e tapizantes algas filamentosas que podem crescer em coral. Além disso depositar os seus excrementos em seus abrigos durante a noite entre os corais, contribuindo significativamente para este crescimento, fornecendo nutrientes para o Recife.


Reprodução

Como discutido acima, o formulário acantúridos reprodutores pares e grupos de jovens, quer entre os sócios como um país estável, dentro harems defender um território, incluindo um reprodutores machos defendem um território na orla do Recife e fêmeas, de passagem, como entre um membro de um grupo de adultos. Em algumas espécies zelo pode ocorrer durante todo o ano, mas muitas vezes isso ocorre mais tarde entre inverno e início da primavera. A existência de harems e diferenças sensíveis em termos de tamanho entre os sexos sugere que em muitas espécies aí hermafroditismo seqüencial, ou seja, uma mudança sexo com a idade. A união dos sexos masculino e feminino solas ocorrer ao entardecer ou à noite, quando os indivíduos origem à superfície, e há a liberação de ovos e esperma. As larvas levam uma vida em águas profundas pelágicos, que fazem parte do plâncton por um longo tempo. As larvas, chamado Acronurus, são muito diferentes dos juvenis e adultas, enquanto que durante anos se considerou que eles eram um genre separado. Eles são transparentes e não têm a linha lateral de escamas. Quando as larvas chegar arrastada pelo fluxo para o interior recife é desenvolvido rapidamente na forma juvenil, atingir a maturidade em um ano ou dois, com um tamanho que varia dependendo da espécie e sexo de 10 a 20 centímetros. Embora a sua longevidade não é conhecido com certeza, provavelmente a maioria das espécies chegar a 20 ou 30 anos, um pouco menos nas Caraíbas espécies. A longevidade não depende do tamanho da espécie. Apesar de não ocorrerem alterações significativas de cores entre a idade juvenil e adulta na maioria das
espécies, existem algumas excepções, como o caso do Cirurgião Azul
das Caraíbas (Acanthurus coeruleus), que passa por uma fase amarela qu
ando juvenil. Embora as diferenças exteriores entre os sexos sejam, de uma forma geral, raras, é possível notar algum escurecimento das cores do macho dura
nte o acasalamento. O tamanho também não é um indicador de confiança para determinação do sexo, já que nem sempre os machos são maiores do que as fêmeas.






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